TEMPO DE ELEIÇÃO e TEMPO DE MANOBRAS
Para a grande maioria das pessoas, fica muito claro que as motivações que as levam a determinadas atitudes, estão ali bem clara e definida, com bastante transparência, para que todos possam entender e quem sabe apoiar, se for o caso.
Porém, para aqueles que gostam de ler um pouco mais sobre as façanhas da mente e comportamento humano e o quanto de mecanismos tem a seu dispor frente as suas verdadeiras motivações, não ficaria nenhum um pouco surpreso com o resultado de alguns projetos, objetivos, que fez de você um discípulo, pelo menos até onde pudesse perceber a realidade dos fatos e o resultado.
Época de eleição e as nossas caixas de e-mail enchem de tanta “informação” sobre esse ou aquele candidato. Alguns da até para ler, outros se fosse eu pensaria muitas vezes antes de encaminhar e para quem encaminhar. Ausência de autocrítica!
É interessante e antigo, que os argumentos contra determinado Políticos são usados pensando em beneficio próprio e as pessoas caem com a maior facilidade, como escorregar em uma casca de banana.
Outros deturpam fatos Políticos, sem conhecimento nenhum da história, usando como argumento na ânsia do convencimento, tratando o outro como se fosse medíocre, e acredito ser assim mesmo que deve ser vista alguém que acredita sem maiores esclarecimentos, em todo tipo de informação que lhe passam.
Lembra dos velhos e antigos ditados “nem tudo que parece é” ou “toda história tem dois lados”?
A nossa sociedade é pobre de conhecimento. Gosto de Augusto Cury, quando fala que “o culto a celebridade é um sintoma de uma sociedade doente” (como somos doentes). “quem usa o poder para dominar os outros e não para libertá-los não é digno dele. Quem usa seu conhecimento para diminuir os outros, não são dignos da sabedoria”
Entendo que para abusar do poder, não necessariamente precisas estar encima de um palco, atrás de uma escrivaninha de uma grande ou pequena empresa. ABUSAR DE PODER é perceber a fraqueza do outro ou a ingenuidade ou a credibilidade e investir nisso para atingir seus próprios e inconseqüentes objetivos, seja na sua empresa, igreja, em casa, com amigos e etc..
Ainda existem pessoas que se vendem por uma dentadura sem saber que poderiam ter um implante, provando uma perda de identidade profunda.
Faz se necessário que estejamos atentos aos interesses de quem faz a propaganda e olharmos para a necessidade da sociedade como um todo, para que possamos pelo menos chegar mais próximo daquilo que será melhor para nosso País.
Abraços
Eleni nalon
Psicóloga clínica
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A SOGRA
A SOGRA
Dia desses, ao ler meus e-mails, recebi um que me chamou muito atenção.
O tema era mais ou menos assim: “eu deixei meu marido sair com outra mulher”. O teor da mensagem em síntese, era uma Nora, após 21 anos de casada e relação difícil com a sogra, entendi com a maturidade, que o lugar da Mãe na vida de um homem é totalmente diferente daquele que ela ocupa na vida desse mesmo homem como esposa.
Não me parece algo tão fácil assim para algumas pessoas, manterem uma boa relação com a sogra, e me aventuro a dizer que, principalmente as mulheres.
A história das relações nos mostra o quanto de real e importante é a relação da Mãe com a criança, levando para a vida adulta o resultado daquilo que se foi cultivado.
Porém para continuar uma relação saudável, a relação infantil TEM que deixar de existir, solidificando os nutrientes da vida adulta.
Faz-se necessário que limites sejam colocados, sem, no entanto, ninguém privar do outro aquilo que a vida lhe da por direito, o afeto, a amizade, que são partes íntegras da história de todo individuo,seja ele homem ou mulher.
O que ocorre é que na impossibilidade de se estabelecer limites na Mãe, por parte de filhos ou filhas, impõe se rompimentos e parcialidades entre amores distintos.
Acredito na história do e-mail que li, pois o casamento era de mais de 20 anos, e então, alguém pode entender que colocar limite é diferente de rompimento, ainda que não seja uma prática fácil para ninguém.
Mãe é mãe, Pai é Pai, esposa é esposa e esposo é esposo.
Se alguém não está entendendo isso, então precisa ser ensinado, ainda que possa doer um “pouquinho” nessa Mãe.
Por nos parecer tão óbvio o desmame, é que casais caem na armadilha da ausência do limite nos momentos certos e adequados, desde o início do relacionamento.
Ser Sogra é ser Avó, um papel muito gostoso na vida dos Netos e muito privado pela LIMITAÇÃO de alguns Pais e INVASÃO de algumas sogras.
Se a vida é um palco como alguns acham, então precisamos saber bem qual é o nosso papel e a nossa cena,a que horas entramos,que horas saímos, para que possamos fazer a melhor apresentação dessa peça que é a vida,e que é apresentada apenas uma vez, e passa tão rápido.
Abraços
Eleni Nalon
Psicóloga Clínica
09-08-2010
Dia desses, ao ler meus e-mails, recebi um que me chamou muito atenção.
O tema era mais ou menos assim: “eu deixei meu marido sair com outra mulher”. O teor da mensagem em síntese, era uma Nora, após 21 anos de casada e relação difícil com a sogra, entendi com a maturidade, que o lugar da Mãe na vida de um homem é totalmente diferente daquele que ela ocupa na vida desse mesmo homem como esposa.
Não me parece algo tão fácil assim para algumas pessoas, manterem uma boa relação com a sogra, e me aventuro a dizer que, principalmente as mulheres.
A história das relações nos mostra o quanto de real e importante é a relação da Mãe com a criança, levando para a vida adulta o resultado daquilo que se foi cultivado.
Porém para continuar uma relação saudável, a relação infantil TEM que deixar de existir, solidificando os nutrientes da vida adulta.
Faz-se necessário que limites sejam colocados, sem, no entanto, ninguém privar do outro aquilo que a vida lhe da por direito, o afeto, a amizade, que são partes íntegras da história de todo individuo,seja ele homem ou mulher.
O que ocorre é que na impossibilidade de se estabelecer limites na Mãe, por parte de filhos ou filhas, impõe se rompimentos e parcialidades entre amores distintos.
Acredito na história do e-mail que li, pois o casamento era de mais de 20 anos, e então, alguém pode entender que colocar limite é diferente de rompimento, ainda que não seja uma prática fácil para ninguém.
Mãe é mãe, Pai é Pai, esposa é esposa e esposo é esposo.
Se alguém não está entendendo isso, então precisa ser ensinado, ainda que possa doer um “pouquinho” nessa Mãe.
Por nos parecer tão óbvio o desmame, é que casais caem na armadilha da ausência do limite nos momentos certos e adequados, desde o início do relacionamento.
Ser Sogra é ser Avó, um papel muito gostoso na vida dos Netos e muito privado pela LIMITAÇÃO de alguns Pais e INVASÃO de algumas sogras.
Se a vida é um palco como alguns acham, então precisamos saber bem qual é o nosso papel e a nossa cena,a que horas entramos,que horas saímos, para que possamos fazer a melhor apresentação dessa peça que é a vida,e que é apresentada apenas uma vez, e passa tão rápido.
Abraços
Eleni Nalon
Psicóloga Clínica
09-08-2010
sábado, 17 de julho de 2010
DE UM DIA PARA OUTRO
DE UM DIA PARA OUTRO
Nesse final de junho mais uma vez a vida mostrou sua mudança rápida e sem pedir licença, de um dia para o outro.
Confrontamos-nos mais uma vez com a partida de uma pessoa significativa em nossas vidas, principalmente quando aqui em Recife chegamos.
Ela entrou em um avião e antes de chegar ao destino, Deus resolveu recolhe-la. O avião não caiu somente ela se foi.
Diante disso parece que a vida tornou-se ainda mais significativa e cheia de sentimentos diferentes que também nos pegam de surpresa, sejam eles quais forem em momentos tidos como melhores ou piores.
Grandes escritores conseguem fazer entendermos cada um deles com maestria idiossincrática, Cecília Meireles a tristeza, Fernando Pessoa a sabedoria, Vinicius de Moraes o amor, Adélia Prado para fazer rir, Walt Whitman a alegria.
Por não ser nem grande nem pequena escritora, me delicio em poder citá-los diante da incompreensão de alguns dos meus próprios sentimentos. Como disse Camus “no meio do inverno eu finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível”.
Foi assim mesmo! As cremações, a doação de órgãos, fizeram brotar em meio à dor da morte o sentimento mais lindo e sublime, que é a vida.
“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor” (Prov. 16-1) Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do Senhor permanecerá (Prov 19-21)
Abraços
Eleni Nalon
Recife 17-07-2010
Nesse final de junho mais uma vez a vida mostrou sua mudança rápida e sem pedir licença, de um dia para o outro.
Confrontamos-nos mais uma vez com a partida de uma pessoa significativa em nossas vidas, principalmente quando aqui em Recife chegamos.
Ela entrou em um avião e antes de chegar ao destino, Deus resolveu recolhe-la. O avião não caiu somente ela se foi.
Diante disso parece que a vida tornou-se ainda mais significativa e cheia de sentimentos diferentes que também nos pegam de surpresa, sejam eles quais forem em momentos tidos como melhores ou piores.
Grandes escritores conseguem fazer entendermos cada um deles com maestria idiossincrática, Cecília Meireles a tristeza, Fernando Pessoa a sabedoria, Vinicius de Moraes o amor, Adélia Prado para fazer rir, Walt Whitman a alegria.
Por não ser nem grande nem pequena escritora, me delicio em poder citá-los diante da incompreensão de alguns dos meus próprios sentimentos. Como disse Camus “no meio do inverno eu finalmente aprendi que havia dentro de mim um verão invencível”.
Foi assim mesmo! As cremações, a doação de órgãos, fizeram brotar em meio à dor da morte o sentimento mais lindo e sublime, que é a vida.
“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor” (Prov. 16-1) Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do Senhor permanecerá (Prov 19-21)
Abraços
Eleni Nalon
Recife 17-07-2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Para os amigos e os não tão amigos.
Para os Amigos e os não tão Amigos
(esse texto foi escrito em 28-11-2005)
Há algum tempo atrás eu e uma lista enorme de pessoas, recebemos um e-mail intitulado “para os amigos e os não tão amigos”.
Ao iniciar a leitura do mesmo, paralelamente, o meu pensamento me levava a ver qual posição eu me encontrava na vida das pessoas pelas quais as eu tenho como amigas.
O que parecia ser um exercício fácil trouxe a tona experiências pessoais e de outras pessoas que viveram experiências não aceitas como as de alguém tida como pessoa amiga.
Uma atitude de decepção pode ser explicada talvez, de que um relacionamento que chamamos de amizade, muitas vezes não passa de amarras, negociações, conveniência e daí usufrui-se desses artifícios para a sustentação da mesma, pois diante da exposição de um mal estar de algumas das partes, a amizade não se sustenta. “Amigo agente não encontra em qualquer esquina por onde passar. Amigo agente conquista sem artifícios, só com amizade e bem querer” (Compositor Edson Gimenes).
A Bíblia nos fala em Provérbios 18:24, que há amigos mais chegado que um irmão. Podemos entender com essa afirmativa que para ser amigo não basta e nem é necessário ter o mesmo sangue ou parentesco. Os elementos de uma amizade duradoura permeiam os caminhos do romantismo de um casamento, onde as duas partes precisam querer o melhor para o outro.
O Grande Filósofo Aristóteles, em um dos seus escritos, fala que Platão, outro grande filósofo, era seu amigo, porém para ele a VERDADE era ainda mais sua amiga.
Uma verdadeira amizade não exige que o outro sofra por dificuldades que não lhe pertençam e nem se prive de coisas que o outro não tem. As verdades e dificuldades e escolhas de nossas vidas devem ser encaradas por nós mesmos; os amigos servem como amparo, um ombro amigo e nunca um cargueiro.
O Apóstolo Paulo em uma de suas cartas escritas a Timóteo (I Timóteo 4-12), a qual o considerava seu amigo, lembrou-o de que ele, não permitisse que as pessoas desprezassem a sua mocidade tirando-lhe a autoridade. Ao lhe dar essa orientação dava a ele uma prova de amizade entre pessoas de faixa etária diferente, onde a essência da relação se encontra estabelecida sob a honestidade e lealdade, única sustentação e garantia para o fortalecimento de uma amizade. A experiência de um não poderia ser usada para desmerecimento do outro.
A partir de então é provável saber quem poderá não ser então os tão amigos nos relacionamentos.
Quem sabe se não é aquele que com você fala dos outros e com os outros fala de você?
Quem sabe se não é aquele que se coloca na posição de descansado na relação enquanto o outro está cansado e ele nem está ai para o cansaço do amigo.
Quem sabe se não é aquele que não suporta ouvir um não e solta os cachorros diante dessa experiência sempre?
Quem sabe se não é aquele que com suas piadinhas ridículas e comentário sempre pra baixo, está sempre tentando denegrir na “brincadeira” o outro?
Quem sabe se não é aquele que vive mandando recadinho direto de forma indireta?
...vai saber!!!! Podem simplesmente ser pessoas comprometidas emocionalmente!!
Viver a essência de uma amizade não carrega em si uma relação onde não existam diferenças, divergências, indisposições.
O diferencial é provável que se encontre nas intenções.
Dizia Platão que para humanidade é questão de sobrevivência, saber quem são seus amigos ou implacáveis inimigos.
Não se pode dizer que aqueles que não sejam amigos, sejam os inimigos, porém as características de uma amizade são idiossincráticas e raras.
A experiência em ter amigos começa de dentro para fora, ainda que uma amizade seja como uma estrada de mão dupla, onde em dado momento alguém poderá estar em velocidade maior ou menor que o outro, ou até mesmo vindo no sentido contrário, ou ainda indo para direções diferentes.
Ter amigo ou ser amigo é primeiro poder suportar-se a si próprio.
Jesus Cristo o nosso Mestre, o grande e melhor amigo da humanidade, sempre nos leva a pensar nas coisas que nascem do coração.
Abraços
Eleni Nalon-Psicóloga Clínica
eleninalon@hotmail.com
http://psicologaeleni.blogpost.com
(esse texto foi escrito em 28-11-2005)
Há algum tempo atrás eu e uma lista enorme de pessoas, recebemos um e-mail intitulado “para os amigos e os não tão amigos”.
Ao iniciar a leitura do mesmo, paralelamente, o meu pensamento me levava a ver qual posição eu me encontrava na vida das pessoas pelas quais as eu tenho como amigas.
O que parecia ser um exercício fácil trouxe a tona experiências pessoais e de outras pessoas que viveram experiências não aceitas como as de alguém tida como pessoa amiga.
Uma atitude de decepção pode ser explicada talvez, de que um relacionamento que chamamos de amizade, muitas vezes não passa de amarras, negociações, conveniência e daí usufrui-se desses artifícios para a sustentação da mesma, pois diante da exposição de um mal estar de algumas das partes, a amizade não se sustenta. “Amigo agente não encontra em qualquer esquina por onde passar. Amigo agente conquista sem artifícios, só com amizade e bem querer” (Compositor Edson Gimenes).
A Bíblia nos fala em Provérbios 18:24, que há amigos mais chegado que um irmão. Podemos entender com essa afirmativa que para ser amigo não basta e nem é necessário ter o mesmo sangue ou parentesco. Os elementos de uma amizade duradoura permeiam os caminhos do romantismo de um casamento, onde as duas partes precisam querer o melhor para o outro.
O Grande Filósofo Aristóteles, em um dos seus escritos, fala que Platão, outro grande filósofo, era seu amigo, porém para ele a VERDADE era ainda mais sua amiga.
Uma verdadeira amizade não exige que o outro sofra por dificuldades que não lhe pertençam e nem se prive de coisas que o outro não tem. As verdades e dificuldades e escolhas de nossas vidas devem ser encaradas por nós mesmos; os amigos servem como amparo, um ombro amigo e nunca um cargueiro.
O Apóstolo Paulo em uma de suas cartas escritas a Timóteo (I Timóteo 4-12), a qual o considerava seu amigo, lembrou-o de que ele, não permitisse que as pessoas desprezassem a sua mocidade tirando-lhe a autoridade. Ao lhe dar essa orientação dava a ele uma prova de amizade entre pessoas de faixa etária diferente, onde a essência da relação se encontra estabelecida sob a honestidade e lealdade, única sustentação e garantia para o fortalecimento de uma amizade. A experiência de um não poderia ser usada para desmerecimento do outro.
A partir de então é provável saber quem poderá não ser então os tão amigos nos relacionamentos.
Quem sabe se não é aquele que com você fala dos outros e com os outros fala de você?
Quem sabe se não é aquele que se coloca na posição de descansado na relação enquanto o outro está cansado e ele nem está ai para o cansaço do amigo.
Quem sabe se não é aquele que não suporta ouvir um não e solta os cachorros diante dessa experiência sempre?
Quem sabe se não é aquele que com suas piadinhas ridículas e comentário sempre pra baixo, está sempre tentando denegrir na “brincadeira” o outro?
Quem sabe se não é aquele que vive mandando recadinho direto de forma indireta?
...vai saber!!!! Podem simplesmente ser pessoas comprometidas emocionalmente!!
Viver a essência de uma amizade não carrega em si uma relação onde não existam diferenças, divergências, indisposições.
O diferencial é provável que se encontre nas intenções.
Dizia Platão que para humanidade é questão de sobrevivência, saber quem são seus amigos ou implacáveis inimigos.
Não se pode dizer que aqueles que não sejam amigos, sejam os inimigos, porém as características de uma amizade são idiossincráticas e raras.
A experiência em ter amigos começa de dentro para fora, ainda que uma amizade seja como uma estrada de mão dupla, onde em dado momento alguém poderá estar em velocidade maior ou menor que o outro, ou até mesmo vindo no sentido contrário, ou ainda indo para direções diferentes.
Ter amigo ou ser amigo é primeiro poder suportar-se a si próprio.
Jesus Cristo o nosso Mestre, o grande e melhor amigo da humanidade, sempre nos leva a pensar nas coisas que nascem do coração.
Abraços
Eleni Nalon-Psicóloga Clínica
eleninalon@hotmail.com
http://psicologaeleni.blogpost.com
segunda-feira, 19 de abril de 2010
CONHECENDO UM POUCO DO EU E DO OUTRO
CONHECENDO UM POUCO DO EU E DO OUTRO
A pessoa que provoca ela não somente QUER uma reação do outro, e sim, NECESSITA, para seu prazer, seu gozo emocional dessa reação.
Ao presenciar uma cena entre adultos, (porque entre crianças não é “considerado” normal comportamento assim) onde alguém se aproxima muito sorridente rasgando elogios e exaltação a uma situação que era dolorosa emocionalmente a quem essa pessoa se dirigia.
Não pude deixar de perceber a mudança no semblante dessa outra pessoa, também adulta, que se transfigurou da leveza para o enrijecimento e mal estar.
Continuei natural naquela roda, sem deixar de perceber e entender naquele momento, que aquele sorriso, aquela forma gentil ao se dirigir aquele grupo, tinha uma única finalidade, provocar; e essa pessoa conseguiu, provocar!
Diante desse quadro, pude perceber as duas pessoas comprometidas emocionalmente e espiritualmente, apesar da idade cronológica e das funções que ocupam, pois a agredida, não estava preparada para “o pavor repentino, e foi arremetida com a chegada da atitude perversa” (Provérbios 3-25), que chegou como “as águas roubadas que são doces e o pão comido as ocultas que também é agradável” (Provérbios 9-17).
Com a reação que teve, alimentou a necessidade da pessoa com atitude perversa.
A respeito dessa compreensão, Provérbios 2-11 e 12, já alertava a humanidade desde os tempos primórdios, que “o bom siso te guardará,isto é,cristaliza a consciência, e a inteligência te conservará; para te livrar do caminho do mal e do homem que diz coisas perversas”.
É bem verdade que pessoas com posturas perversas e cínicas assim, disfarçadas de simpatia e que vão continuar sempre ganhando credibilidade de muita, mas muita gente podem e muito e assim o fazem, prejudicar pessoas e situações a benefício próprio, pois são egoístas, possessivas, inteligentes, e mais, ajuda o próximo, aquele que lhe beneficia de alguma forma.
Porém, para aqueles que ainda acreditam na essência do amor e TENTAM viver esse desafio diário,sem se intimidarem por atitudes assim, podem entender na simplicidade dessa frase dita por Platão, que “só pelo amor o homem realiza-se plenamente”
Ainda sobre as delícias do amor “... não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura seus interesses, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo suporta.” (I Cor. 13 – 4,5,6).
Abraços
Eleni Nalon (Psicóloga clínica)
eleninalon@hotmail.com
19-04-10
A pessoa que provoca ela não somente QUER uma reação do outro, e sim, NECESSITA, para seu prazer, seu gozo emocional dessa reação.
Ao presenciar uma cena entre adultos, (porque entre crianças não é “considerado” normal comportamento assim) onde alguém se aproxima muito sorridente rasgando elogios e exaltação a uma situação que era dolorosa emocionalmente a quem essa pessoa se dirigia.
Não pude deixar de perceber a mudança no semblante dessa outra pessoa, também adulta, que se transfigurou da leveza para o enrijecimento e mal estar.
Continuei natural naquela roda, sem deixar de perceber e entender naquele momento, que aquele sorriso, aquela forma gentil ao se dirigir aquele grupo, tinha uma única finalidade, provocar; e essa pessoa conseguiu, provocar!
Diante desse quadro, pude perceber as duas pessoas comprometidas emocionalmente e espiritualmente, apesar da idade cronológica e das funções que ocupam, pois a agredida, não estava preparada para “o pavor repentino, e foi arremetida com a chegada da atitude perversa” (Provérbios 3-25), que chegou como “as águas roubadas que são doces e o pão comido as ocultas que também é agradável” (Provérbios 9-17).
Com a reação que teve, alimentou a necessidade da pessoa com atitude perversa.
A respeito dessa compreensão, Provérbios 2-11 e 12, já alertava a humanidade desde os tempos primórdios, que “o bom siso te guardará,isto é,cristaliza a consciência, e a inteligência te conservará; para te livrar do caminho do mal e do homem que diz coisas perversas”.
É bem verdade que pessoas com posturas perversas e cínicas assim, disfarçadas de simpatia e que vão continuar sempre ganhando credibilidade de muita, mas muita gente podem e muito e assim o fazem, prejudicar pessoas e situações a benefício próprio, pois são egoístas, possessivas, inteligentes, e mais, ajuda o próximo, aquele que lhe beneficia de alguma forma.
Porém, para aqueles que ainda acreditam na essência do amor e TENTAM viver esse desafio diário,sem se intimidarem por atitudes assim, podem entender na simplicidade dessa frase dita por Platão, que “só pelo amor o homem realiza-se plenamente”
Ainda sobre as delícias do amor “... não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura seus interesses, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo suporta.” (I Cor. 13 – 4,5,6).
Abraços
Eleni Nalon (Psicóloga clínica)
eleninalon@hotmail.com
19-04-10
MINHA PREFERENCIA
MINHA PREFERENCIA
Para você que Le meus pequenos e simples artigos, já deves ter reparado que gosto e me preocupo muito com o acampamento e desenvolvimento na educação de crianças e adolescentes. Esse curso normal é o prelúdio para a vida adulta, com suas harmonias, desarmonias, contraponto. Ainda que o ser humano não seja uma ciência exata, é possível imaginar como tenha sido a infância e adolescência de alguém pela sua vida adulta.
É nesse trajeto do nascimento, infância até a adolescência, que reside às maiores probabilidades de brechas que podem vir a se tornarem arrombo na vida dessa complexidade que é o ser humano.
Tudo isso para pensar o quanto de respostas teríamos se tivéssemos condições em olharmos para atitudes irrefletidas quanto a posturas inconseqüentes da parte dos educadores e formadores de opiniões formais e não formais em nossa sociedade.
Ao assistir uma entrevista no programa da apresentadora Luciana Gimenez no inicio do mês de abril, me senti injuriada diante da posição de alguns participantes ali presente, diante do fato de que uma atriz tinha feito um ensaio fotográfico erótico, com direito a beijo na boca, com seu filho de 15 anos.
Não me impressionou nem a postura da apresentadora e nem de alguns que ali estavam, ao se posicionarem com tanta naturalidade diante desse quadro, pelo fato que são pessoas comprometidas consigo mesmas, com o ibope, enfim com seu rendimento pessoal, porém, me preocupa porque infelizmente, mesmo sendo quem são, são formadores de opiniões e estão NADA interessados no que seus filhos e todas as nossas crianças e adolescentes possam vir a se tornar.
O ser humano é um composto de complexidade que forma um todo. Existe uma construção de caráter, personalidade, construída em etapas e que são extremamente decisivas para a vida emocional, moral, desse individuo “o comportamento do ambiente faz parte do próprio desenvolvimento pessoal do individuo” (Winnicott- 0 brincar e a realidade).
Existe um buraco negro entre a teoria, o desejo e a prática da educação. Negro porque Pai, Mãe, Educadores de forma geral, tem muita dificuldade ou são totalmente despreparados em perceberem como são referencia PRÁTICA para as crianças e adolescentes.
Pessoalmente sou crítica ao famoso selinho na criança, já que para os mais velhos beijar na boca tem um significado muito diferente. Se for entendido como gesto de afeto de Pai para filho, pergunto eu:- e da criança para o Pai, mãe, adulto, como se dá? “Objetividade é um termo relativo, porque aquilo que é objetivamente percebido é, por definição, até certo ponto, subjetivamente concebido” (Winncott). A partir de quando essa criança irá poder perceber essa diferença entre o verdadeiro significado e reações do corpo quanto ao beijo na boca e do “carinho” que seus Pais e outros querem repassar para eles?
Muitas atitudes e forma “da moda”, de se dirigirem as crianças e os adolescentes ferem-lhe a inocência, e o pior é que essa criança pode ser seu filho.
Provérbios 4-10 diz que as palavras daquele que educa,orienta,leva ao filho a ter multiplicado seus dias de vida. Porém os educadores precisam saber e conhecer primeiro essa palavra de conhecimento.
Se quisermos ver dias melhores para nós e para nossos filhos, é preciso primeiro entender de si próprio (Provérbios 14-8) e ter como exercício diário, acreditar que “eu não tenho mensagem. Minha mensagem é a minha vida” (Gandhi).
Abraços
Eleni Nalon
eleninalon@hotmail.com
Psicóloga Clínica-
19-04-10
Para você que Le meus pequenos e simples artigos, já deves ter reparado que gosto e me preocupo muito com o acampamento e desenvolvimento na educação de crianças e adolescentes. Esse curso normal é o prelúdio para a vida adulta, com suas harmonias, desarmonias, contraponto. Ainda que o ser humano não seja uma ciência exata, é possível imaginar como tenha sido a infância e adolescência de alguém pela sua vida adulta.
É nesse trajeto do nascimento, infância até a adolescência, que reside às maiores probabilidades de brechas que podem vir a se tornarem arrombo na vida dessa complexidade que é o ser humano.
Tudo isso para pensar o quanto de respostas teríamos se tivéssemos condições em olharmos para atitudes irrefletidas quanto a posturas inconseqüentes da parte dos educadores e formadores de opiniões formais e não formais em nossa sociedade.
Ao assistir uma entrevista no programa da apresentadora Luciana Gimenez no inicio do mês de abril, me senti injuriada diante da posição de alguns participantes ali presente, diante do fato de que uma atriz tinha feito um ensaio fotográfico erótico, com direito a beijo na boca, com seu filho de 15 anos.
Não me impressionou nem a postura da apresentadora e nem de alguns que ali estavam, ao se posicionarem com tanta naturalidade diante desse quadro, pelo fato que são pessoas comprometidas consigo mesmas, com o ibope, enfim com seu rendimento pessoal, porém, me preocupa porque infelizmente, mesmo sendo quem são, são formadores de opiniões e estão NADA interessados no que seus filhos e todas as nossas crianças e adolescentes possam vir a se tornar.
O ser humano é um composto de complexidade que forma um todo. Existe uma construção de caráter, personalidade, construída em etapas e que são extremamente decisivas para a vida emocional, moral, desse individuo “o comportamento do ambiente faz parte do próprio desenvolvimento pessoal do individuo” (Winnicott- 0 brincar e a realidade).
Existe um buraco negro entre a teoria, o desejo e a prática da educação. Negro porque Pai, Mãe, Educadores de forma geral, tem muita dificuldade ou são totalmente despreparados em perceberem como são referencia PRÁTICA para as crianças e adolescentes.
Pessoalmente sou crítica ao famoso selinho na criança, já que para os mais velhos beijar na boca tem um significado muito diferente. Se for entendido como gesto de afeto de Pai para filho, pergunto eu:- e da criança para o Pai, mãe, adulto, como se dá? “Objetividade é um termo relativo, porque aquilo que é objetivamente percebido é, por definição, até certo ponto, subjetivamente concebido” (Winncott). A partir de quando essa criança irá poder perceber essa diferença entre o verdadeiro significado e reações do corpo quanto ao beijo na boca e do “carinho” que seus Pais e outros querem repassar para eles?
Muitas atitudes e forma “da moda”, de se dirigirem as crianças e os adolescentes ferem-lhe a inocência, e o pior é que essa criança pode ser seu filho.
Provérbios 4-10 diz que as palavras daquele que educa,orienta,leva ao filho a ter multiplicado seus dias de vida. Porém os educadores precisam saber e conhecer primeiro essa palavra de conhecimento.
Se quisermos ver dias melhores para nós e para nossos filhos, é preciso primeiro entender de si próprio (Provérbios 14-8) e ter como exercício diário, acreditar que “eu não tenho mensagem. Minha mensagem é a minha vida” (Gandhi).
Abraços
Eleni Nalon
eleninalon@hotmail.com
Psicóloga Clínica-
19-04-10
terça-feira, 13 de abril de 2010
O VIRUS NÃO É NADA O TERRENO É TUDO
O VIRUS NÃO É NADA, O TERRENO É TUDO.
Atualmente na área da saúde o que está em pauta é a vacina H1N1. Tomo ou não tomo? E as reações adversas? Vale mesmo à pena? Ela é segura? Corro algum risco?
São as inúmeras perguntas indagadas por muitas pessoas que tem medo da gripe A, porém inseguros diante daquilo que vem para oferecer mais segurança diante da doença.
Mas diante disso tudo e de outras muitas vacinas descobertas nessa brilhante caminhada evolutiva da medicina, o que me chamou a atenção foi a frase dita por Louis Pasteur (1822-1895), em seu leito de morte, esse que veio a formalizar a vacina com o rigor científico, chamando a atenção para a profundidade do problema, “o vírus não é nada, o terreno é tudo” (Wikipédia).
Quem sabe Louis tivesse lido sobre os ensinamentos de Jesus, pois em todo seu ministério, que permanece inovado até os dias mais modernos, os de hoje; se preocupava em ir sempre alem do comportamento manifesto, que já é nocivo, levando os seus discípulos a ampliarem suas reflexões quanto aquilo que poderia estar latente.
Em Mateus cap. 5 (qualquer Bíblia), ele alertou para o seguinte:- Cuidado com a ira, ela pode levá-lo a cometer a morte, Cuidado com as trocas de olhares “inocentes”, eles podem levá-lo a cometer o adultério.
Ter o mínimo de conhecimento do terreno que existe sob a aparência das pessoas e situações hoje, significa possibilitar uma tentativa a mais, em cometer menos erros e menos sofrimento, para si próprio e outros, frente às inúmeras doenças instaladas nessa realidade de mentiras e engodos, vivenciada atualmente, por onde quer que se ande.
O retrato da sociedade hoje leva a pessoa a não se ter total segurança nem com pessoas de suas próprias famílias, líderes religiosos; os maiores exemplos disso são os abusos sexuais cometidos por pessoas inimagináveis. Não basta conhecer somente na pessoa, sua dócil e bonita aparência, é preciso conhecer mais do seu terreno. Sabe que Provérbios nos alerta sobre isso? “As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre” (18-8).
É preciso estar preparado para as implicações das escolhas quando se faz sem conhecer melhor o terreno.
“Ai daquele que é escravo duma única idéia. Ela toma-lhe o fôlego, tira-lhe o raciocínio e perturba-lhe a mente, tornando-a doentia ou presa fácil de agentes invisíveis. (Adriano Henrique-1989)
O que fazer então? Como conhecer um terreno?
Respostas a estás perguntas requer um exercício PRÁTICO e diário, de amor, lealdade, sinceridade, perdão, autoconhecimento, discernimento, ousadia etc.
“torre forte é o nome do Senhor, à qual O JUSTO se acolhe e está seguro.”
“o espírito firme SUSTÉM o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o poderá suportar? (Prov.18-8 e 14)
Abraços
Eleni Nalon
Psicóloga Clínica
12-04-2010
Atualmente na área da saúde o que está em pauta é a vacina H1N1. Tomo ou não tomo? E as reações adversas? Vale mesmo à pena? Ela é segura? Corro algum risco?
São as inúmeras perguntas indagadas por muitas pessoas que tem medo da gripe A, porém inseguros diante daquilo que vem para oferecer mais segurança diante da doença.
Mas diante disso tudo e de outras muitas vacinas descobertas nessa brilhante caminhada evolutiva da medicina, o que me chamou a atenção foi a frase dita por Louis Pasteur (1822-1895), em seu leito de morte, esse que veio a formalizar a vacina com o rigor científico, chamando a atenção para a profundidade do problema, “o vírus não é nada, o terreno é tudo” (Wikipédia).
Quem sabe Louis tivesse lido sobre os ensinamentos de Jesus, pois em todo seu ministério, que permanece inovado até os dias mais modernos, os de hoje; se preocupava em ir sempre alem do comportamento manifesto, que já é nocivo, levando os seus discípulos a ampliarem suas reflexões quanto aquilo que poderia estar latente.
Em Mateus cap. 5 (qualquer Bíblia), ele alertou para o seguinte:- Cuidado com a ira, ela pode levá-lo a cometer a morte, Cuidado com as trocas de olhares “inocentes”, eles podem levá-lo a cometer o adultério.
Ter o mínimo de conhecimento do terreno que existe sob a aparência das pessoas e situações hoje, significa possibilitar uma tentativa a mais, em cometer menos erros e menos sofrimento, para si próprio e outros, frente às inúmeras doenças instaladas nessa realidade de mentiras e engodos, vivenciada atualmente, por onde quer que se ande.
O retrato da sociedade hoje leva a pessoa a não se ter total segurança nem com pessoas de suas próprias famílias, líderes religiosos; os maiores exemplos disso são os abusos sexuais cometidos por pessoas inimagináveis. Não basta conhecer somente na pessoa, sua dócil e bonita aparência, é preciso conhecer mais do seu terreno. Sabe que Provérbios nos alerta sobre isso? “As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre” (18-8).
É preciso estar preparado para as implicações das escolhas quando se faz sem conhecer melhor o terreno.
“Ai daquele que é escravo duma única idéia. Ela toma-lhe o fôlego, tira-lhe o raciocínio e perturba-lhe a mente, tornando-a doentia ou presa fácil de agentes invisíveis. (Adriano Henrique-1989)
O que fazer então? Como conhecer um terreno?
Respostas a estás perguntas requer um exercício PRÁTICO e diário, de amor, lealdade, sinceridade, perdão, autoconhecimento, discernimento, ousadia etc.
“torre forte é o nome do Senhor, à qual O JUSTO se acolhe e está seguro.”
“o espírito firme SUSTÉM o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o poderá suportar? (Prov.18-8 e 14)
Abraços
Eleni Nalon
Psicóloga Clínica
12-04-2010
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