terça-feira, 30 de julho de 2013

SOBRE A POSTURA


SOBRE A POSTURA

 

Uma vez estava caminhando de cabeça baixa e acredito-me que até meus ombros estavam caídos, alguém conhecido passou por mim e disse:- olhe a postura Eleni!

Parece ser uma palavra com significado tão simples de ser compreendido, porém, diferentemente do que pensamos, às vezes não parece ser fácil entende-la quanto a sua simplicidade aparente.

                 Frases como:

A Postura diz tudo!

Cuidado com a postura!

Que postura!

Faltou postura!

A minha postura é diferente da sua!

Para cada uma dessas frases é possível discorrer um texto, com ideias das mais diversas.

Na realidade, nos vivemos de posturas o tempo todo, sejam nas situações mais simples, até as mais delicadas que a vida nos impõe, seja de ordem emocional, administrativa, religiosa, somos nós quem escolheu que postura tomará, e isso não nos torna pessoas nem melhores e nem piores, ainda que não escapasse de demonstrar nosso perfil, personalidade, temperamento, princípios e etc... Sempre que nos posicionamos.

Uma postura marcante para minha vida, mas que até hoje luto para colocar em prática, é a de José (Mateus 1: 18 e 19). Maria uma Jovem temente a Deus, sincera em seu relacionamento com o noivo, aparece grávida sem que eles tivessem tido relação sexual. José por ser também um homem temente e obediente a Deus entendeu que deveria se afastar sem humilha-la, denegrir sua imagem, enfim fazer tudo que muitas vezes fazemos quando as posturas são diferentes das nossas.

Na realidade, postura é uma posição do corpo, de ideias e opiniões e que pode ter muitas implicações para nossas vidas, seja no que falamos, para quem falamos, o que falamos e como falamos.

Hoje eu precisei parar e refletir sobre a minha postura e peço que Deus abençoe a mim e a todos que por vezes possa não as entender, assim como eu muitas vezes não tenho conseguido entender a de muitos.

Abraços

 

sábado, 27 de julho de 2013

COMO LEIO AS PLACAS?





                                COMO LEIO AS PLACAS?

 

Recife despertou hoje com a triste e trágica notícia do falecimento da Turista Paulista Bruna, que foi atacada por um tubarão na parte rasa da praia em Boa viagem.

 Na semana passada quem brincava lá era eu e meus familiares que também passavam férias aqui nesse delicioso clima de inverno Pernambucano.

 Onde estávamos sentados havia uma placa vermelha que alertava para tubarões, mas todos brincavam, na certeza de que estávamos no raso, às mesmas palavras usadas por uma das garotas que acompanhava o grupo de turistas, “não imaginávamos que eles pudessem atacar no raso”!

 Os jornais deram bastante ênfase sobre os alertas das placas, questionaram o descrédito do usuário de modo geral.

 Parei para pensar em minha postura ao entrar no mar, como muitos de nós fazemos quando vamos a praia, afinal existe um espaço entre um ataque e outro e nesse espaço baixo a guarda como se estivéssemos fora de alcance.

 As placas nunca serão muros e nem portões com cadeado que nos impeçam de entrarmos, mas estão ali para nos lembrar de que existem possibilidades e que essa é para todos.

 Parece que é inerente a natureza humana, em alguns bem mais, em outros bem menos, de achar que a placa só serve para o outro. Quando leio a placa, leio pensando no outro.

 Assim acontece na vida nos vários aspectos que se apresenta. Se me considero o centro das atenções, nem me dou o trabalho em ler as placas que a vida nos mostra em todos os sentidos, em qualquer situação de relacionamento fora ou dentro do meio familiar e sigo quebrando a minha cara e as dos outro o que é pior.

Algumas placas de perigo na vida são neuróticas e acionam sinal do medo, mesmo quando eles objetivamente não existem, e essas às vezes trás muitas complicações e limitações na vida do que conhece esse tipo de medo e em alguns que convivem próximos, principalmente as crianças.

 Ler placas, sejam elas em que sentido for, pode exigir do indivíduo a necessidade em abrir mão de desejos, alguns até bem egoístas, que o faça ver que em muitas situações o que muda são os tipos de problemas que atingem as pessoas, porém podem ter as mesmas necessidades que eu, com problemas tão difíceis quanto os meus, com dores que podem não ser a mesma que a minha, mas que dói tanto quanto, e isso exigirá de mim atitudes que infelizmente, quando não somos capazes de ler as placas, que nos alerta para possibilidades reais, que podem não ocorrer com frequência, mas o inesperado pode acontecer, e assim ficamos expostos a levar dentadas para lembrar que no raso também podemos correr perigo.

 Muito triste a experiência dessa família, que Deus de o conforto e a força necessária para sobreviverem ao ataque que com certeza dilacerou o coração de muita gente.

 
Muito tristes algumas experiências de vida quando não se atenta para o alerta das placas e termina-se afogando no raso da ausência dos seus próprios limites.

 

Abraços

Eleni – julho 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

DAVI - O Zagueiro com precisão


                  

                       DAVI LUÍS – O Zagueiro com precisão          

 

Enquanto caminhava pelo face, me deliciando com as fotos do jogo que deu ao Brasil o Título das Confederações, me volta à imagem da brilhante cena de defesa.

 
Quem ousaria discordar do quanto o Zagueiro – aquele que marca os atacantes – Davi Luís, chegaria na hora e da forma certa, numa posição que nem era a dele, mudando o rumo daquela bola, que poderia levar o jogo para outras resoluções?

 
Passei a refletir em quantas situações nas experiências de vida de nós Pessoas, que se tivesse chegado um Davi, talvez algumas situações dolorosas poderiam ter sido evitadas.

 
Davi não era a estrela do time, mas brilhou como se fosse, pois diante da jogada do atacante, demonstrou “sua grandeza contra a fúria do adversário” (Salmos 7:6).

 
Assim pode ser nossa vida. Alguns Davi’s podem chegar na hora certa e com uma palavra ou o silêncio, que se fosse quebrado poderia redundar em fofoca, ressentimento, tristeza, livra a bola de seu propósito, que com tantos sentimentos doentios, se posiciona no lugar de adversário.

 
Fiquei pensando, que tipos de Davi tenho sido em meus relacionamentos?

 Aquele que chega com precisão, como Deus pode fazer conosco quando confiamos nele “para que ninguém como leão, me arrebente, despedaçando-me, não havendo quem me livre” (Salmos 7:2), evitando com posição Cristã que conflitos existentes sejam ainda mais apimentados, que amizades sejam interrompidas ou um mal estar instalado?

 
Ou um Davi que devido à ausência dos frutos do Espírito de Deus, isto é, de conhecimento de si próprio, cheio de si mesmo, invejoso, ciumento, manipulador, permite que a bola da maledicência siga seu rumo como algo inexorável, conduzindo as perdas, algumas quem sabe irreparáveis.

 
O Apóstolo Paulo tem uma palavra espetacular que aprendeu com o mestre Jesus, o mesmo mestre que nos ensina hoje “tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos” (Romanos 12:16)

 
E por fim, me lembrei de que no jogo do Brasil x Uruguai, esse mesmo Zagueiro cometeu um pênalti e seu colega Júlio Cesar defendeu e no jogo Brasil x Espanha, Davi sai de sua posição e vai para a do Goleiro e faz uma defesa e tanto.

Abraços de Eleni Nalon

 

 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

NASCE - Núcleo de Atuação Social da Igreja Batista Emanuel


Tenho atuado com uma mínima parcela nesse ministério, desde quando a nossa querida Missionária Marli Barbosa, hoje residindo no Rio de Janeiro, era Diretora do mesmo na igreja Batista Emanuel, pois na época (mais ou menos 1987-88) não usava a nomenclatura Ministra e sim Diretora e também não era NASCE e sim Creche Raio de Sol, enfim todas essas informações para situar as pessoas que chegaram depois tanto na idade, quanto os que vieram de fora e desconhece a história, a trajetória desse trabalho social, de valor inestimável tanto na vida dos que podem atuar, na vida da igreja como um todo e na vida das muitas pessoas, desde criança até idosos que até hoje recebem apoio das diversas áreas e necessidades, isto é, fome biológica, fome espiritual, fome emocional, fome de amizade, fome de um tratamento digno como pessoa.

Foi muito emocionante em uma das reuniões de Professores do NASCE, quando uma das Professoras começou a nos fazer perguntas e descobrimos juntas que ela havia sido assistida pela Creche Raio de Sol quando estava com cinco anos, (hoje Professora Aslane e formada pelo SEC) no mandato anterior a esse acima citado. Ela estava agora dando aulas para as crianças que na memória dela não sabia que um dia ela mesma já havia passado por ali.

Para muitos membros da igreja e quem sabe alguns no papel de líderes, ainda não conseguiram alcançar a Nobreza do trabalho social, e isso pode nem ser por falta de amor, eu acredito, pois existem pessoas que só conseguem enxergar o valor de algum trabalho, se tiver holofotes encima para iluminar e o trabalho social evangelístico, não da condição e nem tempo para montar o palco, pois o espetáculo se torna muito triste quando chegamos junto de crianças e famílias que padecem a dor dessa sociedade miserável, injusta, onde ninguém está preocupado em mudar seu voto em benefício da sociedade e sim em benefício de si próprio e de seus cargos e funções, até mesmo os privilegiados que foram salvos pelo sangue de Jesus Cristo.

O que tem acontecido na vida daquelas crianças no NASCE é de arrepiar qualquer pessoa que tem compaixão pela dor alheia. As pessoas que têm dado o mínimo de tempo para fazer diferença na vida deles talvez não faça idéia do quanto essa gota faria e fará falta no oceano se ela for tirada (Madre de Calcutá)

O trabalho Social NECESSITA de pessoas comprometidas com aquelas pessoas e não com as vaidades pessoais, pois não é um trabalho que brilha perto, pois é um trabalho de investimento (Ex de Aslane) que pode demorar muito para seus efeitos fazerem diferença aos olhos daqueles que são imediatistas, de visão curta, pois são como andorinhas, vivem de verão a verão.

Jesus Cristo em diversos diálogos com seus discípulos ele procurou trazê-los para essência de seus ensinamentos “convém que ele cresça e que eu diminua” “o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o espírito por medida” “aquele que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede” (Livro de João 3:30-34//4:13), enfim, reflexões desafiadoras já que vivemos entorpecidos pela nossa auto-suficiência medíocre e as vezes até patológica.

O trabalho Social evangelístico está esperando e necessitando de mais pessoas para que mais vidas possam ser transformadas.

Abraços
Eleni Nalon
Psicóloga Clínica

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

DESABAFANDO ou FALANDO MAL



Propus-me a descrever uma linha divisória entre duas atitudes mais comum do que se imagina no cotidiano das pessoas, o de desabafar uma situação ou falar mal de alguém. Atitudes bastante presente, porém pouco refletida para quem está executando, do ponto de vista de quem ouve ou daquele que fala.

Desabafar carrega tanto o significado quanto o sentimento de “desafogar-se, desoprimir, dizer ou manifestar com franqueza o que se sente ou pensa”.

Quase nunca paramos para pensar naquilo que podemos estar incomodando pessoas próximas de nós ou até bem mais próximas. Avaliamos, sempre mais o que nos incomoda e bem pouco o que incomodamos no outro, até porque, olhar para as próprias dificuldades não é um exercício fácil.

Normalmente um desabafo, salvo pouquíssimas exceções, não são de elogios e sim de queixas, onde a pessoa em situação de desconforto sente-se impotente para se tomar uma atitude ou abrir seu coração por diversos motivos. Algumas situações às vezes torna-se ainda mais difícil quando a depender da distância que se separa esse próximo e seu significado no grupo a que pertence.

Essa linha divisória entre desabafar ou falar mal, quase que invisível aos ouvidos e olhos, existe, porém, não é nada fácil que nos relacionamentos do cotidiano ela não se torne maléfica, principalmente para aquele que precisou desabafar.

O Apóstolo Paulo não descuidou de alertar Timóteo para situações que não seriam fácil aos olhos reconhecê-las quando usa um exemplo figurado de uma casa para que ele estivesse atento as pessoas que os cercava; “ora numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata, há também de madeira e de barro. Alguns para honra, outros, porém para desonra” (2 Timóteo 2:20).

A casa onde transitamos nosso dia a dia pode ser nosso local de trabalho, de estudo, igreja, família, namoro, casamento, vizinhos,enfim de onde menos se espera, surge o sufoco na garganta e a necessidade do desabafo e não falar mal.

Daí entra o elemento fundamental da diferença entre falar mal e desabafar, que é a intenção. Na intenção reside o propósito daquilo que estou falando. Às vezes se tem mesmo a necessidade de desafogar injustiças vivenciadas no local de trabalho, com amigos, com familiares, enfim, situações que nos causam dor, ressentimentos, que necessitamos de vomitar aquilo de dentro do coração.

Porém se a intenção para quem fala faz um diferencial imagine a quem você fala que diferença não poderá fazer em sua vida.

Se você escolheu a pessoa certa para seu desabafo, com certeza você não se sentirá amarrado a ela.

Se você escolheu a pessoa certa para seu desabafo, com certeza nunca terá necessidade de saber algo sobre a mesma para sentir tranqüilidade.

Se você escolheu a pessoa certa, ela saberá diferenciar que aqueles sentimentos ainda que possam lhe parecer serem os piores, são seus, ela não precisa tomar nenhuma atitude a seu favor, pois, lembra-se é um desabafo!

Toda pessoa pode viver momentos de angústias na vida e precisar de alguém para, talvez, somente um desabafo e como é importante quando Deus coloca pessoas especiais para momentos assim, pois “como dente quebrado e pé sem firmeza, assim é a confiança no desleal no tempo da angústia” (Prov. 25:19).

É saudável e benção para a vida estar atento para as pessoas que fazem diferença em nossas vidas e respeitá-las em suas limitações, lembrando a nós mesmo que somos tão responsáveis quanto o meu próximo na relação que se estabelece entre dois ou mais.

Grande abraço e Deus abençoe

Eleni Nalon (Psicóloga Clínica)
10 -01-13

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

2012 -2013-Momento para meu EU refletir




Se Deus quiser chegaremos ao final de mais um ano.

Estamos recebendo 2013 e essa sensação de recomeço nos motiva a reavaliarmos o que fizemos o que deixamos de fazer e o que queremos fazer nessa nova etapa do calendário que se inicia.

As felicitações são sempre para dias melhores, e quem não os espera?

Talvez o mais difícil para nossa compreensão seja a de que somos os maiores responsáveis por esses dias melhores e pelas mudanças que almejamos, pois se estamos com nossa consciência tranqüila de que temos agido com justiça, se colocando no lugar do outro, sempre que necessário for, diante de determinada dificuldade, nada nos fará esquecer que “a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais, até ser dia perfeito”Prov. 4:18, e esse dia não são determinado por nós pobres mortais e sim por aquele a quem confiamos nossas vidas e gritamos isso em alto e bom som,” só o Senhor é Deus”!

Você que está lendo essa reflexão que não é tão resumida em se tratando de palavras, gostaria que continuasse essa leitura e de preferência que focasse em você as possibilidades e não permitisse que nomes de pessoas que possivelmente venha nos entristecendo durante esse ano que está se encerrando, e nome que pode ser uma Mãe, Pai, irmão, irmã, cunhado, cunhada, nora, genro, filho, filha, sogra, sogro, amigo que você acreditava ser para sempre, namorado (a), marido, esposa etc.; não importa o papel que exerça no relacionamento, mas convido você a pensar no prejuízo que trouxe ou vem trazendo para sua vida e quem sabe na vida do outro.

Muitos irão virar a página do calendário com o coração magoado, pois a limitação e imaturidade parte da nossa humanidade, às vezes nos leva a concluir que, o fato de procurarmos lidar de forma menos conflitante com uma situação, deixa a impressão de que somos nós o errado no problema, e isso não é verdade, pois nem sempre quem cede há uma situação é por estar reconhecendo erro e sim por de alguma forma valorizar aquela relação ,“não dizer: como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele,pagarei a cada um segundo a sua obra” (Prov.24:29).

Interessante como Paulo foi brilhante ao instruir Timóteo, e nunca querer tapar o sol com a peneira em se tratando das situações que ele enfrentaria nos diversos relacionamentos que vivenciaria, porém leva-o a pensar na intenção, no “intuito..que visava o amor que procede de coração puro e de consciência boa e de fé sem hipocrisia” (I Timóteo 1:5).

Para reavaliarmos nossas vidas, principalmente em épocas tão emocionantes como final de ano, não se faz necessário, viver de pensamentos mágicos, relacionamentos idealizados e cheios de palavras e só palavras e nada mais, porém acreditarmos que somos fracos, falhos , feitos de carne e osso, sujeitos a podridão e quebra.

Diante disso que comecemos o novo ano crescendo emocionalmente, espiritualmente, nada fazendo com parcialidade e nem nos tornando cúmplices de pecado de outros, porque quando conseguimos fazer isso estamos só fazendo o que Paulo orientou a Timóteo tão sabiamente “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (I Timóteo 5:21-22 e 4:16)

Um 2013 abençoado para minha família que amo muito, a nuclear e a estendida, e aos meus amigos.
Carinho de Eleni



FELIZ NATAL




Dezembro é especialmente iluminado, é muito gostoso sair pelas ruas de Recife, fazer o passeio a noite de Catamarã então, é um pouco divino de se olhar o brilho das luzes da cidade.

Jesus é a luz do Mundo, (João 8:12), ainda que seja o sentimento de transformação maior que uma pessoas pode experimentar em sua vida, poucos sabem disso e continuam andando em suas escuridões.

Muitas encontram consolo para suas vidas no álcool, outros não achando suficiente partem para as drogas, outros surtam, há os que se entregam as regras da sociedade Capitalista manipuladora e egocêntrica, mas sem a luz de Jesus continuam cego, não podem ver.

O meu desejo nesse final de ano a todos que lerem essa simples reflexão, é que tenhamos em nossas vidas, a luz de Jesus, para nos conduzir em nossa caminhada e com essa luz enxergarmos os obstáculos que a vida nos impõe e possamos seguir com fé em Jesus, o único que nos faz querer ser pessoas diferentes todos os dias.